A Câmara Municipal de Ilhéus (CMI) aprovou, na sessão da última terça-feira (14/10), o Projeto de Lei (PL) nº 116/2025, que reconhece o Canto Coral como patrimônio cultural e imaterial do município. A iniciativa destaca a importância do movimento de canto coletivo para a cidade.
O projeto também define outubro como o ‘Mês do Canto Coral’, que passará a constar no calendário oficial do município. Aprovada em plenário, a proposta é de autoria da vereadora Enilda Mendonça (PT), que defendeu o Canto Coral como um movimento que transcende a simples atividade musical.
“O repertório cantado pode expressar a história, os valores e as crenças de um grupo, como hinos religiosos, canções folclóricas ou músicas de protesto. O ato de cantar em conjunto cria um sentimento de pertencimento e fortalece a identidade do grupo”, justificou a vereadora.
Homenagem – No início do mês, a CMI promoveu uma audiência pública para enaltecer o movimento e discutir a ampliação do Canto Coral nas políticas públicas municipais. Na ocasião, foram homenageados grupos de grande relevância na cidade, como o Coral Dom Eduardo (58 anos de atuação), o Mokiti Okada de Ilhéus (38 anos), o Coral Ceplac (27 anos), o Coral UESC (23 anos) e o Madrigal Cantavox (20 anos).
Tecnologia apresentada pela empresa GTEEX ao prefeito Valderico Junior e à Secretaria de Saúde promete ampliar o alcance das ações de controle do mosquito Aedes aegypti em áreas de difícil acesso
A Prefeitura de Ilhéus recebeu, nesta segunda-feira (06) a apresentação de um drone pulverizador desenvolvido (mais…)
Serviço será fixo todas as quartas e sextas-feiras; comunidade comemora a retomada dos atendimentos
A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que o atendimento com dentista no posto de saúde do distrito de Banco Central voltou a ocorrer de forma fixa todas as semanas, sempre às quartas e sextas-feiras.
Este já é o quarto posto de saúde da zona rural que retoma o atendimento odontológico semanal, reforçando o compromisso da gestão em ampliar o acesso à saúde bucal para a população. Além de Banco Central, os distritos de Santo Antônio, Sambaituba e Inema também já contam com atendimentos semanais regulares.
Segundo a coordenadora de Saúde Bucal do município, Louise Tainá, a retomada representa um grande avanço. “Com a regularização do serviço, os moradores do Banco Central passam a contar novamente com consultas preventivas, orientação de saúde bucal e procedimentos necessários, fortalecendo a qualidade da atenção básica na comunidade”, destacou.
A dona de casa Maria Gomes levou a filha para ser atendida pelo dentista e comemorou a novidade. “Estou muito feliz em saber que toda semana agora teremos atendimento fixo de dentista aqui na comunidade. Minha filha precisava passar por avaliação e essa foi a oportunidade que encontramos. Que continue assim”, disse.
Em breve, a unidade de saúde de Banco Central também será contemplada com obras de reforma, que irão ampliar os atendimentos e melhorar a estrutura de acolhimento da comunidade.
De acordo com a coordenadora Louise Tainá, a retomada e expansão do serviço odontológico representa um avanço importante para a promoção da saúde e da qualidade de vida no município. A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Saúde, segue buscando constantemente melhorias na rede municipal, inclusive na área de saúde bucal.
Evento valoriza a arte, cultura e protagonismo dos idosos do município; inscrições estão abertas
A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realiza nesta quarta-feira (1º) o Show de Talentos da Terceira Idade, no Teatro Municipal de Ilhéus. A iniciativa é da Escola Núcleo da Dança, dirigida por Isabella Kruschewsky, e tem como objetivo reconhecer e valorizar o talento artístico e cultural dos idosos do município, promovendo inclusão, cidadania e bem-estar.
O evento promete reunir apresentações de dança, música, poesia, teatro e outras expressões artísticas, destacando a diversidade e a criatividade dos participantes. As inscrições seguem abertas e podem ser feitas pelos telefones (73) 9 9997-2376 e (73) 9 9158-9948.
A proposta é estimular o convívio social e dar visibilidade ao protagonismo da terceira idade, reforçando o compromisso da gestão municipal com a valorização da cultura em todas as suas dimensões.
“O Show de Talentos da Terceira Idade é mais do que um evento artístico: é um momento de celebração da vida, da história e da criatividade dos nossos idosos. Queremos proporcionar um espaço para que eles expressem seus dons e inspirem toda a comunidade, mostrando que cultura e talento não têm idade”, destacou a secretária de Cultura, Anarleide Menezes.
Opiniões manifestadas, de forma espontânea, por pacientes atendidas no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, uma obra do Governo da Bahia gerida pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), apontam que 62% das entrevistadas consideram os serviços da unidade “excelentes”, enquanto 23% os classificam como “bons”. Já 8% avaliaram como “regular” e 7% como “ruim”. Os dados foram apresentados pela Ouvidoria do hospital.
Desde novembro do ano passado, a Ouvidoria disponibiliza um QR Code para que pacientes e familiares possam avaliar os serviços prestados. A pesquisa de satisfação abrange diversos aspectos do atendimento, como recepção, equipes médicas, enfermagem, assistência social, higienização e qualidade da alimentação. Os QR Codes estão espalhados por todos os setores da unidade, permitindo que a avaliação seja feita a qualquer momento, de forma anônima e sem interferência da equipe, apenas com o uso do celular.
O Hospital Materno-Infantil é a única maternidade 100% SUS do sul da Bahia e a única do estado habilitada para o atendimento aos Povos Originários. Seu projeto é baseado na humanização do cuidado, na garantia dos direitos da mulher e da criança e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), princípios que também norteiam o trabalho da FESF-SUS.
*Referência*
O hospital é porta aberta para obstetrícia. Já para o atendimento pediátrico o serviço é regulado. O HMIJS tem 105 leitos de internação, sendo 10 de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neo) e 25 de semi-intensiva; capacidade para atender urgências e emergências de toda a região; além de cinco leitos no Centro de Parto Normal Intra-hospitalar. Está estruturado para a assistência ao parto de risco, gestação de alto risco, cuidado intensivo e intermediário neonatal e cuidado intensivo e clínico às crianças. O funcionamento é 24 horas, com acesso por demanda espontânea e referenciada, integrada aos pontos de atenção primária.
O hospital também oferta atendimento ambulatorial especializado em pré-natal de alto risco, consultas especializadas em obstetrícia, cardiologia, enfermagem, nutrição e psicologia. A unidade funciona também como um polo de desenvolvimento de ensino, reunindo formação acadêmica, pesquisa e produção de conhecimento científico e tecnológico em saúde.
A aprovação da chamada PEC da Blindagem — rebatizada pelo povo como PEC da Bandidagem — foi um tapa na cara da sociedade brasileira. A máscara caiu de vez: os mesmos que se apresentavam como guardiões de Deus, pátria e família mostraram que, no fundo, defendem apenas seus próprios privilégios.
Todos os deputados do PL, partido que se vendeu como bastião da moralidade, votaram a favor dessa vergonha nacional. A tal PEC não protege o povo, não protege a democracia e muito menos protege a família. O que ela protege é a impunidade de políticos corruptos e covardes, que querem se colocar acima da lei como se fossem uma casta intocável.
Sob a batuta de Hugo Motta, Sostenes Cavalcante e Nikolas Ferreira, a votação foi conduzida como um verdadeiro teatro da hipocrisia. Esses líderes, que se apresentam como jovens, cristãos e moralistas, mostraram que não passam de peças de um jogo sujo, dispostos a vender a alma e a consciência em troca de poder.
A chamada PEC da Bandidagem não é apenas um retrocesso político — é um atentado espiritual contra a nação brasileira. Como alguém pode pregar valores cristãos no púlpito e, no Congresso, levantar a mão para proteger corruptos? Isso não é fé, é prostituição política.
A direita, que tanto acusava a esquerda de aparelhamento e corrupção, agora mostra que não é diferente. O discurso de “patriotismo” virou pó, o lema de “família” virou farsa, e o nome de Deus foi usado em vão para enganar milhões de brasileiros de boa-fé.
Essa votação é uma agressão direta à inteligência do povo. Uma declaração de guerra contra a justiça. A PEC da Bandidagem é a prova viva de que parte do Congresso não trabalha para o Brasil, mas sim para garantir blindagem, regalias e imunidade a quem deveria estar respondendo por seus atos.
A história não vai esquecer esse dia. E o povo, que já foi usado como massa de manobra tantas vezes, agora sabe muito bem quem são os traidores que se escondem atrás de um discurso falso de fé e patriotismo.
A corrupção que envolve políticos brasileiros não é apenas um crime contra os cofres públicos, é um ataque direto à esperança e à dignidade do povo. O Brasil, historicamente marcado pela desconfiança em relação à sua classe política, hoje se vê diante de um cenário ainda mais sombrio: um Congresso Nacional mergulhado até o pescoço em esquemas de desvio, propina e blindagem de criminosos de terno e gravata.
A chamada PEC da Blindagem, batizada pelo povo como PEC da Bandidagem, não poderia ter nome mais apropriado. Longe de proteger a democracia, ela protege os corruptos. Foi criada como um escudo para políticos que, ao invés de servir ao país, servem apenas aos seus próprios interesses escusos.
O PL, partido que se vende como “defensor da moralidade”, mostrou a verdadeira face de sua hipocrisia. Seus parlamentares votaram em peso a favor dessa vergonha nacional, traindo a confiança de milhões de eleitores que acreditaram em um discurso falso de ética e valores. O resultado foi uma decepção profunda e a confirmação de que, em Brasília, a maioria joga contra o povo.
Enquanto isso, o Brasil sangra. São bilhões desviados do INSS, emendas parlamentares usadas como moeda de troca, e escândalos que se multiplicam em todas as esferas do poder. O Congresso, que deveria ser a casa do povo, transformou-se em um verdadeiro covil de privilégios e negociatas.
Agora, todas as atenções se voltam ao Senado Federal. Os senadores têm diante de si a oportunidade de mostrar que ainda existe um mínimo de compromisso com o país. Se aceitarem compactuar com essa PEC criminosa, estarão assinando de vez o atestado de falência moral do Legislativo.
A população não suporta mais tanta podridão. O povo brasileiro exige respostas, exige justiça e exige que aqueles que traíram a confiança da nação sejam expostos e punidos. A história cobrará caro daqueles que escolherem proteger corruptos em vez de defender o Brasil.
O ChatGPT pode cometer erros. Considere verificar informações importantes.
Chamada de “PEC das Prerrogativas” ou “PEC da Blindagem” — a depender do ponto de vista de quem fala — a proposta promove mudanças no artigo que trata da imunidade parlamentar.
A oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva tenta votar outra medida desse pacote de reação ao STF, a anistia para Bolsonaro e outros condenados envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023
Pressionado, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou para quarta-feira (17/9) um nova reunião de líderes partidários para discutir a votação de um requerimento de urgência da matéria — mecanismo que, caso aprovado, pode tornar a tramitação da proposta de anistia mais célere.
A “PEC da Blindagem”, porém, não é apenas uma pauta do campo bolsonarista. O Centrão, grupo de partidos conservadores, também apoia a medida, em um momento que o STF tem apertado o cerco sobre suspeitas de corrupção envolvendo emendas parlamentares — recursos federais que congressistas podem destinar a seus redutos eleitorais.
O novo texto da PEC está sendo redigido pelo deputado Claudio Cajado (PP-BA), escolhido como novo relator da proposta pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A principal mudança mantida na nova versão é a volta da exigência de um aval da Câmara ou do Senado para que o parlamentar possa ser processado no STF, regra prevista na Constituição de 1988, mas que foi derrubada pelo Congresso em 2001 por causa das críticas de que produzia impunidade.
Desde então, o Supremo tem liberdade para iniciar processos criminais contra parlamentares. Já o Congresso, atualmente, pode apenas suspender uma ação penal após ela ser iniciada na Corte.
Por outro lado, a nova versão da PEC não cria mais a exigência de aval do Congresso para abertura de investigações criminais contra parlamentares, como previa a proposta original.
Com isso, mantém o funcionamento atual, em que o STF pode autorizar inquéritos contra parlamentares livremente e o Congresso não tem poder de interrompê-los.
Em discursos antes da votação, deputados bolsonaristas defenderam a aprovação da medida argumentando que o STF persegue parlamentares de direita.
“Essa PEC não é a PEC das Prerrogativas, na minha opinião. Essa PEC é a PEC do fim da chantagem, a PEC do fim da perseguição!”, disse, exaltado, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO).
“É a PEC da libertação desse Congresso para que a gente possa votar de acordo com os nossos eleitores e não de acordo com a vontade de alguns não eleitos do Supremo Tribunal Federal”, reforçou.
Já o deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP) disse que a medida vai favorecer políticos corruptos. E defendeu o fim do foro privilegiado para evitar “abusos” do Supremo.
“Durante o período da Constituição de 88, quando o texto que querem aprovar agora estava em vigor, nenhuma investigação contra parlamentar foi autorizada. Nem em caso de homicídio, como houve. Nem em casos de corrupção, como houve. Nem em caso de tráfico, como houve”, disse.
“Mais de 300 pedidos de investigação foram feitos quando havia essa redação na Constituição de 88, de o Congresso precisar permitir, e nenhum deles foi processado criminalmente”, continuou.
Legenda da foto,‘PEC da Blindagem’ e anistia são propostas em reação ao STF, após condenação de Bolsonaro
Por se tratar de uma mudança na Constituição, esse tipo de projeto tem uma tramitação mais complexa, precisando ser aprovado com texto idêntico na Câmara e no Senado, após votação em dois turnos nas duas Casas.
Além disso, é preciso apoio de três quintos dos deputados (308 votos) e senadores (49 votos).
Se aprovada, a PEC teria aplicação imediata.
O novo texto foi disponibilizado à reportagem pelo gabinete do relator. Novas mudanças podem ser feitas até a PEC ser votada.
A PEC prevê ainda que a Câmara ou Senado terão um prazo de 90 dias para analisar a abertura de um processo criminal. Se isso não ocorrer, a ação penal será iniciada automaticamente.
Além disso, a proposta prevê que o processo só será autorizado após votação secreta, em que haja apoio da maioria absoluta de uma das casas legislativas.
Outra mudança é que a PEC também torna secreta a votação para avaliar a prisão de parlamentares.
Hoje, congressistas só podem ser presos em flagrante por crimes inafiançáveis (racismo, tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas, terrorismo, crimes hediondos e a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o estado democrático). O Congresso pode derrubar a prisão, mas, na regra atual, a votação é aberta.
A nova versão da PEC traz ainda uma novidade em relação a primeira proposta: garante foro especial no STF também a presidentes de partidos.
Por outro lado, o texto atual da PEC deixou de dificultar a condenação de congressistas no STF. A primeira versão da proposta previa que deputados e senadores só seriam condenados com o voto favorável de dois terços do STF. A nova versão mantém a regra atual, em que basta maioria simples.
Em qual contexto a proposta é discutida?
A proposta é originalmente de 2021 e foi apresentada por Celso Sabino — na época, deputado pelo PSDB-PA e hoje ministro do Turismo, filiado ao União Brasil — após a prisão em flagrante do ex-deputado Daniel Silveira, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A prisão foi motivada, na época, por vídeo postado por Silveira nas redes sociais, em que ele ofendeu ministros do STF.
Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, Silveira foi condenado pelo STF em 2022 à perda do mandato e à prisão. Ele foi punido pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Hoje, está em regime semiaberto.
Ao justificar o projeto, Sabino afirmou que não ignorava a “gravidade dos fatos” perpetrados por Silveira, mas que a imunidade parlamentar precisava ser melhor protegida.
A proposta foi impulsionada no início de agosto, na volta do recesso parlamentar, em reação à decisão de Moraes de decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
Na ocasião, parlamentares bolsonaristas bloquearam plenários e sessões exigindo que o Congresso avaliasse pautas caras a esse grupo, como a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e o impeachment de Moraes.
O impeachment de ministros da Corte, porém, só pode ser aprovado no Senado e não há perspectiva de que os pedidos sejam pautados pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Recurso foi destinado pelo Deputado Federal Leur Lomanto Júnior
O município de Ilhéus foi contemplado com um investimento de R$ 1,9 milhão, destinado pelo Deputado Federal Leur Lomanto Júnior. Os recursos já estão disponíveis nas contas da Prefeitura e serão aplicados em obras de pavimentação asfáltica em vias do perímetro urbano, reforçando a infraestrutura da cidade.
O prefeito Valderico Junior destacou a importância do aporte, que contribuirá para a melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população.
Com mais esse investimento, a Prefeitura segue fortalecendo o setor de infraestrutura, por meio de pavimentações, manutenção de vias, drenagem e outras ações que contribuem para o desenvolvimento de Ilhéus.
Estar ao lado do agricultor é o segredo para criar soluções eficazes e alinhadas às suas necessidades. Essa é a visão da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada para o Cerrado, segundo Mauro Nunes, Chief Financial Officer (CFO) da empresa.
A ORÍGEO, fundada em 2022, se diferencia porque não funciona como uma revenda ou distribuidora, ela sim é uma empresa de atendimento direto com 100% do foco em grandes produtores do Brasil. Segundo Nunes, “atuamos como uma empresa de soluções, unindo o dia a dia do campo com inovação, serviços, crédito, tecnologia e boas práticas de gestão”. Esse modelo possibilita ao cliente encontrar em um único local o suporte necessário para enfrentar os desafios do campo – que não são poucos.
A proximidade com o produtor é parte da missão da ORÍGEO. “Nosso escritório é no campo.” Para o CFO, essa presença constante possibilita a integração “desde insumos e crédito até barter e comercialização. Hoje, já atendemos mais de mil e quinhentos grupos econômicos no MATOPIBAPA, Mato Grosso e Rondônia”, destaca.
Essa forma de atuação também transformou a própria visão de Mauro Nunes como diretor. Ele conta que passou de uma análise focada somente em risco financeiro para um olhar que envolve também o relacionamento, a experiência e a qualidade da produção do agricultor. “A ORÍGEO conta com uma esteira de crédito. Uma plataforma desenvolvida pela Bunge realiza monitoramento diário, além da presença ativa no campo, apoiando os agricultores em suas decisões e indo ‘além de dados de satélite’”, explica.
Nesse cenário, outro ponto de atenção é a sucessão familiar no campo, cada vez mais relevante. As novas gerações chegam com uma visão mais conectada à tecnologia e à gestão profissional. Mauro destaca que “cerca de 70% das propriedades rurais brasileiras são familiares e as novas gerações trazem um olhar diferente, de modernização da gestão, com mais acesso a soluções financeiras. Esse é um movimento natural que fortalece a profissionalização do agro e aproxima o setor do mercado de capitais”, finaliza.
A entrevista completa sobre o assunto está disponível no podcast Galapagos Capital, apresentado por Gianpaolo Zambiazi. Assista o episódio clicando aqui.
Sobre a ORÍGEO??
Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com